quarta-feira, 23 de maio de 2012

6 coisas aleatórias que eu sempre faço com meu pai

foto de 2006, gente. 2006!

1) Caminhar no Centro de Floripa e, depois, tomar um caldo-de-cana doce e gelado.

2) Pastel de camarão + cerveja (ou Pureza) em algum canto em Santo Antônio de Lisboa.

3) Torta (preferencialmente de maçã) + café e duas horas de conversa.

4) Trocar livros: ele me dá ou empresta (sempre), eu empresto ou dou pra ele (raramente).

5) Enlouquecer dentro de um R$1,99.

6) Confabular sobre a política, a minha tatuagem, nossos novos trabalhos, a faculdade, nossos novos ou antigos amores, as irmãs, a vida, o dentista, a agenda que ele parou de usar em março...

segunda-feira, 21 de maio de 2012

quero ser feitinha pro poeta


Ontem eu peguei um caderno em branco, dos muitos que eu compro e não uso (mania de designer que precisa sempre dum caderno de rascunhos por perto) e coloquei um título: Livro das Listas. Me propus a listar várias coisas, vários assuntos, coisas que quero riscar da lista, cedo ou tarde. Comecei com "Coisas para o Projeto de Graduação", pois quero ir na FLIP, tenho que comprar uns livros; depois listei as "Compras para a cozinha" porque né, eu adoro cozinhar e quero uns utensílios frescos!

A ideia ficou na cabeça. Listando mentalmente as coisas, lembrei duma música que, por si só, é uma lista do que eu quero ser, desde que ouvi ela pela primeira vez. Feitinha pro poeta, do Bossacucanova com Roberto Menescal:

"Que seja carioca no balanço
E veja nos meus olhos seu descanso
Que saiba perdoar tudo que faço
E querendo beijar me dê um abraço

Que fale de chegar e de sorrir
E nunca de chorar e de partir
Que tenha uma vozinha bem macia
E fale com carinho da poesia

Que seja toda feita de carinho
E viva bem feliz no meu cantinho
Que saiba aproveitar toda a alegria
E faça da tristeza o que eu faria

Que seja na medida e nada mais
Feitinha pro Vinícius de Moraes
Que venha logo e ao chegar
Vá logo me deixando descansar
"
<3

domingo, 20 de maio de 2012

o pacto de desconhecência


Eu não suporto pseudo-conhecidos pelo simples fato de que nunca sabemos como agir com esse tipo de pessoa. Você pode conhecer ele, como no meu caso, saber o nome, o curso, a fase em que está na faculdade, ter amigos em comum, ele ser melhor amigo de uma pessoa que alimenta desafetos por ti e mesmo assim vocês não se cumprimentam. Vocês até se esbarram na festa, se encaram por alguns segundos, mas vocês não podem se cumprimentar.

Existe uma cortina invisível que mantém essa pseudo-conhecência e que regula os olhares desavisados que se encontram vez ou outra. Eu não posso cumprimentá-lo, tampouco ele pode fazê-lo. Isso seria quebrar a etiqueta da desconhecência que nos assola.

Ele sabe quem eu sou, o que eu sou e o que eu significo. Talvez seja por isso que sejamos apenas pseudo-conhecidos e não conhecidos. Mais que isso, talvez seja por isso que quando a gente, por ventura, tem os olhares interceptados pelo outrem, seja tão confuso. É um olhar bem fundo, bem no fundo dos olhos, quase que de provocação. O que esse pseudo-conhecido acha que é para enfiar-me os olhos tão fundo nos meus próprios?

quarta-feira, 16 de maio de 2012

6 pseudo-coisas aleatórias que eu não suporto

1) pseudo-amigos.

2) pseudo-abraços.

3) pseudo-inverno.

4) pseudo-relacionamentos.

5) pseudo-baladas.

6) pseudo-chuva.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

6 pequenos prazeres aleatórios que eu cultivo


1) Passar a roupa de cama.

2) Tomar café-da-manhã todos os dias.

3) Comprar escovas de dentes das caras e especiais.

4) Comer o que eu tenho vontade, quase sempre, e sem pensar em quantas calorias tem cada coxinha.

5) Não tirar as cutículas.

6) Tomates orgânicos.

domingo, 6 de maio de 2012

namorar ou não namorar, eis a questão



- Você vai namorar ele, Cristal?
- Se ele quiser me namorar...
- Que bonitinho!

Fora de contexto. Contextualizando.

domingo, 22 de abril de 2012

tenho duas coisas a dizer #5

1)

"Congela o tempo preu ficar devagarinho
Com as coisas que eu gosto
E que eu sei que são efêmeras
E que passam perecíveis
Que acabam, se despedem,
Mas eu nunca me esqueço."

2)

"O mundo muda assim sem avisar
Sem pedir licença
O dia clareou, lá fora num instante
O mundo muda assim sem me falar
Mas eu não mudo
Tão fácil assim, só se for domingo"

Clima de domingo.